Você acredita que alguém possa diariamente, com dignidade e sem risco, cuidar da segurança da população do Estado do Rio por R$ 30,00? Há quem acredite. Na campanha eleitoral de 2006, Sérgio Cabral prometeu: "O Governo Sérgio Cabral promoverá a valorização do policial com a implementação de políticas tais como recuperação salarial, mudanças nas leis de promoções etc". Estamos na entrada do último ano de governo e a situação é essa. http://tinyurl.com/ygaz7ws
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Você acredita que alguém possa, com dignidade, cuidar da segurança da população do Estado do Rio por R$ 30,00?
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Antes de Cesar... A desordem!
A DESORDEM URBANA ANTES DO ATUAL PREFEITO DO RIO
Notícia publicada no Ex-blog:
"Quando o atual Prefeito do Rio foi eleito em 1992, esta era a situação dos principais corredores comerciais do Rio. É verdade que quem naquela época tinha 5 anos e hoje tem 20 não se lembra. Ou mesmo quem tinha 13 anos e hoje tem 28 também não. Mas esta era a situação na Nossa Senhora de Copacabana, na Uruguaiana, Av. Rio Branco, Presidente Vargas, Sete de Setembro, Assembléia. Igual na: Av. Atlântica, Visconde de Pirajá, Ataulfo de Paiva, entrada da Ilha do Governador, calçadão de Campo Grande, de Bangu, Rua dos Romeiros, etc. Não se podia circular de cadeira de rodas ou velocípede. Solange Amaral era a subprefeita da Zona Sul. Tudo mudou. Hoje, temos uns pára-quedas aqui, outros ali, correndo do rapa. Para se agir assim foi necessário coragem e risco - inclusive de vida. Fazer memória sempre ajuda. Especialmente aos que eram muito jovens na época."
Abaixo, duas fotos da Rua Uruguaiana quando Cesar Maia - atual prefeito do Rio de Janeiro - assumiu a prefeitura em 1993."
Desde a criação do Núcleo de Controle Urbano, em 1993, que o combate a ocupação irregular é política pública da Prefeitura do Rio. As imagens antigas mostram como ficavam os logradouros públicos antes do trabalho da Prefeitura.
De lá para cá a Prefeitura investiu na ampliação e formação de Agentes de Controle Urbano e Guardas Municipais.
Veja mais: vídeo com imagens antigas e novas do combate a desordem.
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sexta-feira, 16 de maio de 2008
"Cada mergulho é um flash!"

Quando estive no Piscinão de Ramos pela primeira vez, a impossibilidade de acessar a piscina propriamente dita me chamou atenção. Afinal, era uma área enorme mas totalmente desordenada. Diversas estruturas metálicas fincadas no solo disputavam cada milímetro de espaço urbano.
Como resultado, a atividade econômica estava "com os dias contados". Diversos trailers abandonados compunham a paisagem. Os poucos que ainda funcionavam, usavam de expedientes ilegais para sobreviver.
Ontem, dando continuidade ao trabalho de desenvolvimento do ordenamento urbano no Parque, lá estive e encontrei a figura mais popular que eu conheço: Dicró.
O cara é um filósofo formado na vida. Tem a alma da rua.
Acompanhavam nossa reunião alguns técnicos da Prefeitura e empresários. O objetivo era discutir com os envolvidos todos os 'poréns' de um projeto de associativismo, que vai muito além da instalação de equipamentos. Afinal, é fundamental transformar as pessoas. Para isto tivemos que lembrar de diversas atitudes que precisam ser tomadas por eles mesmos.
Dicró assim que viu a reunião se aproximou e logo começou a participar. Lembrou da briga dele com o então Secretário de Meio Ambiente, que era contrário a idéia da criação do Parque. O cantor deu uma verdadeira aula sobre a região.
Depois falou sobre a vida das pessoas daquela região, das palafitas e de dificuldades de ter acesso à cultura. O papo rendeu tão bem que para formular projetos foi um pulo. Dicró falou sobre umas quatro ou cinco idéias para melhorar a vida daquela população. Uma delas me chamou a atenção. Ele sugeriu a colocação de uma barca para que as pessoas pudessem, da Baía de Guanabara, visualizar pontos importantes da cidade, numa espécie de visita guiada. A saída seria do píer da colônia de pesca, que fica logo no início do Parque.
A participação dele no encontro foi fundamental. Manteve todos envolvidos com a transformação daquela região, trazendo de volta todo o charme perdido com o passar dos anos.
E, parafraseando uma grande artista brasileira - Mara Manzan - No Parque da Vizinhança de Ramos, "Cada mergulho é um flash".
Imagens da Operação realizada no Parque da Vizinhança de Ramos.
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sexta-feira, 2 de maio de 2008
Eventos em Copacabana
O show em tributo a Cazuza foi um sucesso. Basta acompanhar as matérias na mídia. Apesar das bravatas do nano movimento, a Prefeitura do Rio e o Governo do Estado deram uma demonstração de como é possível convivermos com as mais variadas utilizações do logradouro público. Isto resulta em melhor imagem da cidade, gera empregos e traz satisfação ao cidadão que pode assistir de graça a eventos como os que foram realizados ontem em diversas partes da cidade.
Hoje, a Prefeitura do Rio tem "expertise" técnica em diversas áreas. O foco da 'Política Pública: Ordem Urbana' é o cidadão. Não é à toa que ela é gerida dentro da estrutura pela Macrofunção DEFESA do CIDADÃO.
Afirmo, orgulhosamente, que a Prefeitura do Rio tem a melhor equipe técnica para realização de eventos do País. Profissionais de diversas áreas, com anos de serviço público, estão sempre a frente de todas as ações. É muito comum brincarmos entre nós dizendo que as nossas melhores reuniões são realizadas quando nos encontramos operando os planejamentos efetuados.
O investimento na qualificação do servidor público mostra seus resultados nessas horas. Nos últimos 15 anos, a Prefeitura do Rio trabalha na capacitação de seus servidores. É fato que há muito ainda o que se fazer. Mas não há dúvidas que estamos no caminho certo.
E esse é o momento das grandes discussões. Ordem Urbana é um tema que tem que ser debatido diariamente. Ordem Urbana no Rio é Política Pública.
Mais uma vez, parabéns a todos os servidores públicos que trabalharam pela nossa cidade no dia de ontem, Dia do Trabalhador.
Hoje, a Prefeitura do Rio tem "expertise" técnica em diversas áreas. O foco da 'Política Pública: Ordem Urbana' é o cidadão. Não é à toa que ela é gerida dentro da estrutura pela Macrofunção DEFESA do CIDADÃO.
Afirmo, orgulhosamente, que a Prefeitura do Rio tem a melhor equipe técnica para realização de eventos do País. Profissionais de diversas áreas, com anos de serviço público, estão sempre a frente de todas as ações. É muito comum brincarmos entre nós dizendo que as nossas melhores reuniões são realizadas quando nos encontramos operando os planejamentos efetuados.
O investimento na qualificação do servidor público mostra seus resultados nessas horas. Nos últimos 15 anos, a Prefeitura do Rio trabalha na capacitação de seus servidores. É fato que há muito ainda o que se fazer. Mas não há dúvidas que estamos no caminho certo.
E esse é o momento das grandes discussões. Ordem Urbana é um tema que tem que ser debatido diariamente. Ordem Urbana no Rio é Política Pública.
Mais uma vez, parabéns a todos os servidores públicos que trabalharam pela nossa cidade no dia de ontem, Dia do Trabalhador.
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domingo, 13 de abril de 2008
O dia-a-dia da Informalidade.
A operação de Controle Urbano, realizada ontem na região do Caju e adjacências (vídeo no final do post), fez com que os agentes envolvidos na ação, vivessem duas realidades: a dos excluídos e a dos incluídos.
No Brasil, as ilhas da informalidade-ilegalidade e o oscilar entre centralização e independência local criaram as condições para que o tráfico se espalhasse pelo território nacional. Nas cidades, o varejo do tráfico, pode até mesmo, como acontece no Rio de Janeiro, controlar militarmente territórios urbanos classificados pelo IBGE como "subnormais". Ou seja: locais onde a ocupação não obedece às posturas urbanas e onde pode vir a se desenvolver a lei do mais forte ou lei da selva, tanto no acesso à moradia nesses locais, como na resolução de conflitos e na distribuição de benefícios.
Portanto, dotar tais locais de infra-estrutura urbana e serviços públicos decentes não é suficiente. Com a experiência adquirida pelo projeto Favela-Bairro, já sabemos que o nó está na propriedade do solo e da habitação. A lentidão, por conta dos inúmeros problemas jurídicos envolvidos, na distribuição de títulos de propriedade aos moradores das favelas, vem a realimentar a lei do mais forte - ainda mais que os investimentos públicos aumentam o valor dos imóveis subnormais. A situação caótica na propriedade do solo urbano faz com que os grileiros - que "vendem" lotes que não lhes pertencem - continuem agindo de forma a transformar em invasores os que pagaram prestações para obtê-los.
Isto sem falar no mercado de trabalho, que continua sendo um dos mais graves problemas. A grande maioria dos brasileiros que trabalham no mercado informal não dispõe das mais rudimentares proteções das leis trabalhistas ou previdenciárias. Tais pessoas, quando adoecem, por exemplo, não contam com uma licença remunerada para tratar da saúde; quando envelhecem, não podem ser aposentadas; e depois da morte, não deixam nenhum amparo aos seus descendentes.
A desproteção do mercado informal é um fenômeno desumano. Os excluídos vivem em permanente incerteza e, mais do que isto, a desproteção gerada pela informalidade ultrapassa o mundo dos excluídos e atinge as finanças públicas, de maneira mais direta, a Previdência Social.
Assim, a Prefeitura do Rio, ao trabalhar a organização do mercado informal, atua em duas frentes: combate a desordem e a inclusão do excluído, possibilitando o amparo pela previdência social, com a competente contribuição.
No Brasil, as ilhas da informalidade-ilegalidade e o oscilar entre centralização e independência local criaram as condições para que o tráfico se espalhasse pelo território nacional. Nas cidades, o varejo do tráfico, pode até mesmo, como acontece no Rio de Janeiro, controlar militarmente territórios urbanos classificados pelo IBGE como "subnormais". Ou seja: locais onde a ocupação não obedece às posturas urbanas e onde pode vir a se desenvolver a lei do mais forte ou lei da selva, tanto no acesso à moradia nesses locais, como na resolução de conflitos e na distribuição de benefícios.
Portanto, dotar tais locais de infra-estrutura urbana e serviços públicos decentes não é suficiente. Com a experiência adquirida pelo projeto Favela-Bairro, já sabemos que o nó está na propriedade do solo e da habitação. A lentidão, por conta dos inúmeros problemas jurídicos envolvidos, na distribuição de títulos de propriedade aos moradores das favelas, vem a realimentar a lei do mais forte - ainda mais que os investimentos públicos aumentam o valor dos imóveis subnormais. A situação caótica na propriedade do solo urbano faz com que os grileiros - que "vendem" lotes que não lhes pertencem - continuem agindo de forma a transformar em invasores os que pagaram prestações para obtê-los.
Isto sem falar no mercado de trabalho, que continua sendo um dos mais graves problemas. A grande maioria dos brasileiros que trabalham no mercado informal não dispõe das mais rudimentares proteções das leis trabalhistas ou previdenciárias. Tais pessoas, quando adoecem, por exemplo, não contam com uma licença remunerada para tratar da saúde; quando envelhecem, não podem ser aposentadas; e depois da morte, não deixam nenhum amparo aos seus descendentes.
A desproteção do mercado informal é um fenômeno desumano. Os excluídos vivem em permanente incerteza e, mais do que isto, a desproteção gerada pela informalidade ultrapassa o mundo dos excluídos e atinge as finanças públicas, de maneira mais direta, a Previdência Social.
Assim, a Prefeitura do Rio, ao trabalhar a organização do mercado informal, atua em duas frentes: combate a desordem e a inclusão do excluído, possibilitando o amparo pela previdência social, com a competente contribuição.
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quarta-feira, 12 de março de 2008
Ordem Urbana | O que é isso???
Mas, afinal de contas...
O que é "Ordem Urbana" e por que ela precisa ser mantida?
Toda sociedade necessita do respeito a um conjunto de regras comportamentais para que haja liberdade. Respeito ao próximo, respeito às diferenças, respeito ao Patrimônio Público, respeito às regras sociais (não jogar lixo na rua, não beber e dirigir, etc...) que, dentre tantos outros, são capazes de, em conjunto, produzir um ambiente inibidor da violência.
Ações como as que aconteceram ontem (vídeo logo abaixo) são frutos de uma política pública. Ou seja, para que haja a solução definitiva do problema, vários passos são necessários. Além disso, é importante ressaltar que a sociedade precisa, e deve, participar ativamente, pois é ela que retroalimenta o processo econômico diariamente.
São milhares de pessoas que circulam pela região em busca de alternativas de transporte. Um sem número de passageiros chega naquele local por volta das 4h da manhã. E é ali que muitos deles fazem a sua primeira refeição.
Dessa forma, de nada adianta somente reprimir a atividade econômica; é necessário conscientizar todos os envolvidos das suas responsabilidades e estabelecer critérios para o funcionamento da atividade.
Somente com cidadania, respeito e liberdade é que poderemos ter uma cidade ordenada. A integração dos órgãos com poder de Estado (policiais, guardas, agentes de controle urbano) é o caminho para a formação de cidadania e, assim, quebrar o paradigma do ilegal X legal.
Lucio Costa
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O que é "Ordem Urbana" e por que ela precisa ser mantida?
Toda sociedade necessita do respeito a um conjunto de regras comportamentais para que haja liberdade. Respeito ao próximo, respeito às diferenças, respeito ao Patrimônio Público, respeito às regras sociais (não jogar lixo na rua, não beber e dirigir, etc...) que, dentre tantos outros, são capazes de, em conjunto, produzir um ambiente inibidor da violência.
Ações como as que aconteceram ontem (vídeo logo abaixo) são frutos de uma política pública. Ou seja, para que haja a solução definitiva do problema, vários passos são necessários. Além disso, é importante ressaltar que a sociedade precisa, e deve, participar ativamente, pois é ela que retroalimenta o processo econômico diariamente.
São milhares de pessoas que circulam pela região em busca de alternativas de transporte. Um sem número de passageiros chega naquele local por volta das 4h da manhã. E é ali que muitos deles fazem a sua primeira refeição.
Dessa forma, de nada adianta somente reprimir a atividade econômica; é necessário conscientizar todos os envolvidos das suas responsabilidades e estabelecer critérios para o funcionamento da atividade.
Somente com cidadania, respeito e liberdade é que poderemos ter uma cidade ordenada. A integração dos órgãos com poder de Estado (policiais, guardas, agentes de controle urbano) é o caminho para a formação de cidadania e, assim, quebrar o paradigma do ilegal X legal.
Lucio Costa
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Desordem Urbana
A Globo e seus patrocinadores.
No último dia 11, a TV Globo estampou em seus jornais regionais (veja vídeo logo abaixo), a imagem da desordem. Buscava com isto imprimir uma mensagem negativa a respeito do tema.
As imagens mostravam diversos ambulantes comercializando seus produtos. Grifamos porque tal ação necessita de pelo menos dois agentes. Aquele que vende e aquele que compra. Quem vende, só se estabelece, mesmo que temporariamente e informalmente, quando consegue colocar seus produtos no mercado. Assim sendo, não podemos deixar de considerar que exista um mercado consumidor que é atendido diretamente pela informalidade.
Blocos, na sua maioria exigem combustível para alegria, e esta vem na forma de cerveja. Durante o carnaval, em diversos bairros da cidade, o que se via era uma profusão de “boas e redondas”; difícil era achar um folião que não estivesse com uma latinha nas mãos.
Cabe aqui lembrar que, a mídia nacional, tem forte apelo comercial e influi diretamente nas vendas dos produtos anunciados. Mais do que isso, boa parte de suas rendas vem da publicidade das cervejarias.
--
Ouça também, o mesmo assunto, discutido na Rádio Globo com Loureiro Neto, Dicró e Lucio Costa.
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No último dia 11, a TV Globo estampou em seus jornais regionais (veja vídeo logo abaixo), a imagem da desordem. Buscava com isto imprimir uma mensagem negativa a respeito do tema.
As imagens mostravam diversos ambulantes comercializando seus produtos. Grifamos porque tal ação necessita de pelo menos dois agentes. Aquele que vende e aquele que compra. Quem vende, só se estabelece, mesmo que temporariamente e informalmente, quando consegue colocar seus produtos no mercado. Assim sendo, não podemos deixar de considerar que exista um mercado consumidor que é atendido diretamente pela informalidade.
Blocos, na sua maioria exigem combustível para alegria, e esta vem na forma de cerveja. Durante o carnaval, em diversos bairros da cidade, o que se via era uma profusão de “boas e redondas”; difícil era achar um folião que não estivesse com uma latinha nas mãos.
Cabe aqui lembrar que, a mídia nacional, tem forte apelo comercial e influi diretamente nas vendas dos produtos anunciados. Mais do que isso, boa parte de suas rendas vem da publicidade das cervejarias.
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Ouça também, o mesmo assunto, discutido na Rádio Globo com Loureiro Neto, Dicró e Lucio Costa.
Rádio Globo - Loureiro Neto
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domingo, 30 de dezembro de 2007
Prefeitura do Rio | Controle Urbano
Uma Homenagem aos Homens do Dep. de Controle Urbano da Prefeitura do Rio de Janeiro.
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Copyright 2006-2008 - Lucio Costa - Ordem Urbana Rio
design by: Marcello Rambo - Movimento Cesar Maia
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