Há algum tempo venho falando sobre o aparelhamento da Prefeitura do Rio e suas conseqüências.
Na Secretaria Especial de Ordem Urbana e seus braços operacionais. Policiais demais!
Nada justifica um policial correndo atrás de uma pessoa, com armas em punho, porque está empreendeu fuga, e assim não teve suas mercadorias apreendidas.
A integração é necessária, mas a submissão operacional não!
Nas Subprefeituras tiveram que compor com a base de apoio, assim as Subprefeituras que deveriam ser ágeis, perderam em capacidade funcional, já que cada setor da estrutura está fatiado politicamente. Não integram; dividem mais ainda.
Ontem assistimos a mais um desastre!
E a causa é a falta de técnicos capazes de tomar decisões independentemente do processo político. Diversos cargos operacionais estão sendo conduzidos por “extra quadro” (indicações políticas), que por mais competente que sejam, desconhecem o funcionamento do sistema como um todo.
A Prefeitura perdeu integração operacional.
Não é falta de conhecimento ou capacidade; diversos foram os shows realizados; mas onde estão os técnicos? Servidores de carreira, que sabiam exatamente, quanto de publico e suas conseqüências, teriam cada evento.
O Secretario diz que tomou conhecimento dos fatos pelos jornais. Os coordenadores de Controle Urbano, de Licenciamento e Fiscalização e de Vigilância Sanitária sabiam? Opinaram em processo? Ou só tomaram conhecimento pelos jornais?
Não foi falta de aviso. O Comandante do Batalhão de Policia da área deu parecer contrario e não foi ouvido.
Faltou independência.
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
Ontem assistimos a mais um desastre! E a causa é a falta de técnicos capazes de tomar decisões independentemente do processo político
quarta-feira, 31 de março de 2010
Copacabana não vai virar Ibiza.
Vi há alguns dias atrás, matéria que cobriu o início das operações de choque de ordem em Copacabana lá estava descrito os materiais encontrados e dentre eles, um monte de canos velhos, que serviam de estrutura para o exercício de atividades ilegais. As imagens saltam os olhos.
Logo me vieram à mente diversas operações que foram realizadas pela Prefeitura na década de 90. Não era canos velhos o que encontrávamos. Diversas foram as manchetes que deram conta da existência de verdadeiros “ bunkers” de mercadorias e materiais para o exercício de atividades irregulares. Dentro deles cabiam duas ou três pessoas e não raro encontrávamos alguém dormindo dentro destas estruturas.
Fazendo memória, poderemos ver que a ferramenta “choque de ordem”, já havia sido utilizada em larga escala. Depois de alguns anos está ferramenta mostrou-se incapaz, de por si só, resolver o problema da desordem.
Não abre portas, não formaliza, não transforma; apenas combate. E como tal exaure-se!
O política pública de ordenamento da orla da cidade, hoje, resume-se a troca de equipamentos e a repressão as ilegalidades.
Não incluíram os barraqueiros no processo. O trabalho de orientação precisa ser continuado. O barraqueiro, precisa ser orientado e participar das várias formas de disseminação de cultura, da recepção turística na cidade, do asseio da praia, etc....
Só quando o barraqueiro estiver realmente, conscientizado e participante é que teremos as praias de nossos sonhos. Ele é ponta de lança num processo econômico, cultural.
E por falar nisto há algum tempo atrás, disse em artigo que o tema ordem urbana estava sendo tratado como política eleitoreira.
Hoje o diário oficial traz a prova.
Logo me vieram à mente diversas operações que foram realizadas pela Prefeitura na década de 90. Não era canos velhos o que encontrávamos. Diversas foram as manchetes que deram conta da existência de verdadeiros “ bunkers” de mercadorias e materiais para o exercício de atividades irregulares. Dentro deles cabiam duas ou três pessoas e não raro encontrávamos alguém dormindo dentro destas estruturas.
Fazendo memória, poderemos ver que a ferramenta “choque de ordem”, já havia sido utilizada em larga escala. Depois de alguns anos está ferramenta mostrou-se incapaz, de por si só, resolver o problema da desordem.
Não abre portas, não formaliza, não transforma; apenas combate. E como tal exaure-se!
O política pública de ordenamento da orla da cidade, hoje, resume-se a troca de equipamentos e a repressão as ilegalidades.
Não incluíram os barraqueiros no processo. O trabalho de orientação precisa ser continuado. O barraqueiro, precisa ser orientado e participar das várias formas de disseminação de cultura, da recepção turística na cidade, do asseio da praia, etc....
Só quando o barraqueiro estiver realmente, conscientizado e participante é que teremos as praias de nossos sonhos. Ele é ponta de lança num processo econômico, cultural.
E por falar nisto há algum tempo atrás, disse em artigo que o tema ordem urbana estava sendo tratado como política eleitoreira.
Hoje o diário oficial traz a prova.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Venda de ingressos pela internet ajuda no combate a desordem urbana.
Em mais de 20 anos trabalhando na área de controle urbano da Prefeitura do Rio, tive a oportunidade de trabalhar em diversos jogos e eventos realizados no Maracanã.
Todos já conhecem os graves problemas que atingem o entorno do Estádio nestes dias. Carros estacionados em lugares proibidos, flanelinhas, camelos,
Mas o mais grav
e deles todos eram as filas que se formavam, às vezes dias antes da abertura das bilheterias. Há pouco, vimos às cenas de violência que surgiram por causa da dificuldade em comprar ingressos para jogos e eventos.
Uma lei do deputado João Pedro (DEM) em vigor desde 2007 finalmente começará a ser cumprida pelo governo estadual. A lei 5152/2007 prevê que estádios e teatros disponibilizem 30% dos ingressos para serem vendidos pela internet.
A venda de ingressos pela internet, além de possibilitar acesso a pessoas de fora de nossa cidade, permitira que as pessoas possam adquirir seus ingressos sem ter que enfrentar as longas filas e calor escaldantes a que estavam submetidos.
Todos já conhecem os graves problemas que atingem o entorno do Estádio nestes dias. Carros estacionados em lugares proibidos, flanelinhas, camelos,
Mas o mais grav
e deles todos eram as filas que se formavam, às vezes dias antes da abertura das bilheterias. Há pouco, vimos às cenas de violência que surgiram por causa da dificuldade em comprar ingressos para jogos e eventos.Uma lei do deputado João Pedro (DEM) em vigor desde 2007 finalmente começará a ser cumprida pelo governo estadual. A lei 5152/2007 prevê que estádios e teatros disponibilizem 30% dos ingressos para serem vendidos pela internet.
A venda de ingressos pela internet, além de possibilitar acesso a pessoas de fora de nossa cidade, permitira que as pessoas possam adquirir seus ingressos sem ter que enfrentar as longas filas e calor escaldantes a que estavam submetidos.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
CHOQUE DE ESTUPIDEZ!
(Cora Rónai-O Globo, 24) 1. Escrevo sobre a Lagoa, mas a situação é a mesma em toda a cidade. Onde quer que haja prédios antigos, há problemas de estacionamento. A razão não chega a ser mistério: quando a maioria desses prédios foi construída, carro era um luxo dispensável. Se havia distância entre os pontos e as casas dos seus usuários, havia também segurança para que eles pudessem cobrir essa distância a pé, a qualquer hora do dia ou da noite.
2. Detesto carro, não tenho carro e não entendo para quê alguém quer carro em Paris ou em Nova York, mas entendo muito bem quem tem carro no Rio. É por isso que fico furiosa quando vejo a prefeitura rebocando carros a três por quatro, em lugares onde eles não atrapalham ninguém, sobretudo na calada da noite. Não há nada de “educativo” na medida, que não favorece ninguém, exceto os donos dos reboques, os cofres da prefeitura e quem quer que lucre financeiramente com isso.
3. Uma cidade que funciona deve oferecer alternativas viáveis aos seus habitantes antes de partir para a estupidez. Em vez de rebocar os carros de moradores de prédios antigos, as autoridades deviam estudar soluções reais e bem intencionadas para o problema. Do jeito que está, o cidadão está sendo triplamente lesado.
4. Ninguém merece assaltos e reboques simultâneos, mas é a isso que estamos condenados no circo do senhor Paes. Dá para acreditar na boa fé de uma operação de reboque que vai ao ar depois de meia-noite?! A sua finalidade, está claro, não é desimpedir a passagem para os pedestres, até porque ninguém tem mais coragem de andar pelas ruas da cidade de madrugada.
2. Detesto carro, não tenho carro e não entendo para quê alguém quer carro em Paris ou em Nova York, mas entendo muito bem quem tem carro no Rio. É por isso que fico furiosa quando vejo a prefeitura rebocando carros a três por quatro, em lugares onde eles não atrapalham ninguém, sobretudo na calada da noite. Não há nada de “educativo” na medida, que não favorece ninguém, exceto os donos dos reboques, os cofres da prefeitura e quem quer que lucre financeiramente com isso.
3. Uma cidade que funciona deve oferecer alternativas viáveis aos seus habitantes antes de partir para a estupidez. Em vez de rebocar os carros de moradores de prédios antigos, as autoridades deviam estudar soluções reais e bem intencionadas para o problema. Do jeito que está, o cidadão está sendo triplamente lesado.
4. Ninguém merece assaltos e reboques simultâneos, mas é a isso que estamos condenados no circo do senhor Paes. Dá para acreditar na boa fé de uma operação de reboque que vai ao ar depois de meia-noite?! A sua finalidade, está claro, não é desimpedir a passagem para os pedestres, até porque ninguém tem mais coragem de andar pelas ruas da cidade de madrugada.
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
SEOP atira no proprio pé
Se já não bastasse terem, probido e liberado o coco; privatizado a praia; apreendido os brinquedos do Baixo Bebe e depois devolvido. Agora querem privatizar o carnaval.
Esquecem-se que os blocos são livres e de que nada adianta tentar impor-lhes marcas.
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domingo, 29 de novembro de 2009
Parada Disney ou Parada Nestle???
A Parada de Copacabana, irritou os moradores que ficaram impossibilitados de acessar a praia.
Segundo os moradores faltou organização.
O trafego ficou um caos.
Publicidade em excesso.
http://www.youtube.com/watch?v=bi_5K13wB3o
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Antes de Cesar... A desordem!
A DESORDEM URBANA ANTES DO ATUAL PREFEITO DO RIO
Notícia publicada no Ex-blog:
"Quando o atual Prefeito do Rio foi eleito em 1992, esta era a situação dos principais corredores comerciais do Rio. É verdade que quem naquela época tinha 5 anos e hoje tem 20 não se lembra. Ou mesmo quem tinha 13 anos e hoje tem 28 também não. Mas esta era a situação na Nossa Senhora de Copacabana, na Uruguaiana, Av. Rio Branco, Presidente Vargas, Sete de Setembro, Assembléia. Igual na: Av. Atlântica, Visconde de Pirajá, Ataulfo de Paiva, entrada da Ilha do Governador, calçadão de Campo Grande, de Bangu, Rua dos Romeiros, etc. Não se podia circular de cadeira de rodas ou velocípede. Solange Amaral era a subprefeita da Zona Sul. Tudo mudou. Hoje, temos uns pára-quedas aqui, outros ali, correndo do rapa. Para se agir assim foi necessário coragem e risco - inclusive de vida. Fazer memória sempre ajuda. Especialmente aos que eram muito jovens na época."
Abaixo, duas fotos da Rua Uruguaiana quando Cesar Maia - atual prefeito do Rio de Janeiro - assumiu a prefeitura em 1993."
Desde a criação do Núcleo de Controle Urbano, em 1993, que o combate a ocupação irregular é política pública da Prefeitura do Rio. As imagens antigas mostram como ficavam os logradouros públicos antes do trabalho da Prefeitura.
De lá para cá a Prefeitura investiu na ampliação e formação de Agentes de Controle Urbano e Guardas Municipais.
Veja mais: vídeo com imagens antigas e novas do combate a desordem.
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Lei Seca X Ocupação do logradouro
Já se passaram alguns meses desde a implantação da 'Lei Seca'. A grande discussão, porém, diz respeito à mudança de hábitos.
É fato que temos que parabenizar esta atitude, afinal, ela complementa o que defendemos. Foram várias as matérias mostrando o quanto diminuíram os atendimentos nos hospitais e o número de acidentes de trânsito.
Mas, como estudiosos em Ordenamento Urbano, já podemos perceber que o número de encontros feitos nos logradouros próximos as residências aumentaram. Os conjuntos (locais públicos como: praças. Por exemplo.) onde as pessoas tem possibilidade de utilização do espaço, vem aumentando.
Enquanto alguns se deslocam de táxi, outros se reúnem nas proximidades das suas residências.
Por isto, a Coordenadoria de Controle Urbano tem tido a possibilidade de mais uma vez colocar em prática sua principal função: ordenar o espaço.
Através de denúncias, nos deparamos com reuniões - por muitas vezes familiares - no logradouro público. Reuniões estas que o carioca já tem enraizado na sua cultura.
Precisamos como nunca da conscientização daqueles que ocupam o espaço para que esta cultura seja algo que nos orgulhe e não uma situação que venha nos incomodar.
por: Susan karin
É fato que temos que parabenizar esta atitude, afinal, ela complementa o que defendemos. Foram várias as matérias mostrando o quanto diminuíram os atendimentos nos hospitais e o número de acidentes de trânsito.
Mas, como estudiosos em Ordenamento Urbano, já podemos perceber que o número de encontros feitos nos logradouros próximos as residências aumentaram. Os conjuntos (locais públicos como: praças. Por exemplo.) onde as pessoas tem possibilidade de utilização do espaço, vem aumentando.
Enquanto alguns se deslocam de táxi, outros se reúnem nas proximidades das suas residências.
Por isto, a Coordenadoria de Controle Urbano tem tido a possibilidade de mais uma vez colocar em prática sua principal função: ordenar o espaço.
Através de denúncias, nos deparamos com reuniões - por muitas vezes familiares - no logradouro público. Reuniões estas que o carioca já tem enraizado na sua cultura.
Precisamos como nunca da conscientização daqueles que ocupam o espaço para que esta cultura seja algo que nos orgulhe e não uma situação que venha nos incomodar.
por: Susan karin
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Resposta ao jornal "O Globo"
Em matéria publicada hoje (27/08/08) no jornal "O Globo", com o título: De líder da repressão a aliado dos ambulantes que tentam se legalizar, o repórter Luiz Ernesto Magalhães, questiona o antagonismo entre o apoio à minha candidatura e o trabalho de ordem urbana.
"Ernesto, ordem urbana é política pública! Isto significa que é mecanismo de Estado e não de governo. Ordenar significa tratar o conflito do cotidiano."Durante 28 anos exerci minhas funções de servidor público municipal, com muito orgulho e dedicação. Agora, que me lanço a novos desafios, afirmo que não há nenhuma contradição em ser apoiado por feirantes e ambulantes.
Volto a repetir que quero o voto daqueles que querem a legalidade. Transformar o ilegal em legal é quebrar o paradigma da cidade partida. A ocupação de logradouros públicos por meio de atividades econômicas é fundamental para o desenvolvimento da cidade.
O apoio ao micro empresário, o desenvolvimento dos pólos de gastronomia e de automóveis foram ações que catapultaram a geração de empregos na cidade.
Não há contradições em receber apoio dos que querem e lutam diariamente para se sustentar de forma digna. Sou contra a informalidade, contra a pirataria, contra o roubo de cargas; mas defendo firmemente a pequena e média atividade econômica, por serem estas a força motriz de nossa economia.
Lutar contra o mal da informalidade é a nossa meta.
Lucio Costa
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Dia do Feirante
Hoje comemoramos o Dia do Feirante, profissional que tem a rotina de acordar de madrugada e manter o trabalho braçal durante todo o dia de trabalho.
Com a chegada dos grandes supermercados e varejões, muitos acreditavam que o destino das feiras seria a extinção, porém é justamente por ser um ambiente que se mantém na contramão da frieza e da falta de sociabilidade do mundo moderno, que as feiras livres têm seu lugar garantido.
Com uma linguagem única e popular, a feira-livre se mantém firme. Os fregueses conhecem as barracas e os feirantes pelo nome, o que proporciona um conforto que não há em grandes mercados. Afinal, o feirante é um elo importante na cadeia do abastecimento alimentar.
A tradição das feiras de rua no Brasil, e em especial no Rio de Janeiro, ainda perdura. Há quem prefira freqüentá-las aos grandes supermercados. A proximidade com o vendedor e a possibilidade de barganha são algumas das vantagens de se freqüentar as feiras livres. Ao contrário do que se pode pensar à primeira vista, a feira está longe de ser um mero lugar de comercialização de frutas, verduras e outros tipos de mercadorias: é um ponto de encontro entre as pessoas - e um lugar para comer pastel frito na hora. O feirante aquece a oferta de produtos com bordões improvisados, tentando ganhar a simpatia da clientela.
O vendedor de feira guarda o gostinho nostálgico dos tempos dos nossos pais e avós, e a pessoalidade que se esvaiu nos corredores dos supermercados.
Com a chegada dos grandes supermercados e varejões, muitos acreditavam que o destino das feiras seria a extinção, porém é justamente por ser um ambiente que se mantém na contramão da frieza e da falta de sociabilidade do mundo moderno, que as feiras livres têm seu lugar garantido.
Com uma linguagem única e popular, a feira-livre se mantém firme. Os fregueses conhecem as barracas e os feirantes pelo nome, o que proporciona um conforto que não há em grandes mercados. Afinal, o feirante é um elo importante na cadeia do abastecimento alimentar.
A tradição das feiras de rua no Brasil, e em especial no Rio de Janeiro, ainda perdura. Há quem prefira freqüentá-las aos grandes supermercados. A proximidade com o vendedor e a possibilidade de barganha são algumas das vantagens de se freqüentar as feiras livres. Ao contrário do que se pode pensar à primeira vista, a feira está longe de ser um mero lugar de comercialização de frutas, verduras e outros tipos de mercadorias: é um ponto de encontro entre as pessoas - e um lugar para comer pastel frito na hora. O feirante aquece a oferta de produtos com bordões improvisados, tentando ganhar a simpatia da clientela.
O vendedor de feira guarda o gostinho nostálgico dos tempos dos nossos pais e avós, e a pessoalidade que se esvaiu nos corredores dos supermercados.
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quarta-feira, 30 de julho de 2008
O Discurso Político da desordem
Agora é a hora em que os salvadores da pátria aparecem.
Falam de ordem urbana, sem conhecimento de causa. Tratam do tema com o furor intervencionista e se esquecem que não se combate a desordem sem entender o funcionamento do mercado informal. Esquecem-se de que cada cidadão, no uso diário da cidade, contribui para a realimentação do processo através de seu comportamento.
O que não dizem é que foi a Prefeitura do Rio que, em 1992, encontrou na Cidade um mercado persa. Cabe aqui fazer memória. Tenho certeza que muitos aqui se lembram da época em que o calçadão de Copacabana, as ruas internas do bairro, e tantos outros logradouros públicos eram ocupados irregularmente a tal ponto que sequer se via uma pedrinha portuguesa. Foi sim a Prefeitura do Rio que restabeleceu o direito de ir e vir do Cidadão.
Os problemas de hoje são muito menores do que no passado, mas não cabe esmorecer. É claro que muito ainda precisa ser feito, entretanto, as ultimas declarações feitas por alguns políticos demonstram com bastante clareza que devemos ter cuidado com as bravatas.
Ordem urbana é obtida através de um processo multidisciplinar de ações que sem uma parceria com outros órgãos não se alcança. A Coordenação de Controle Urbano - CCU da Prefeitura trabalha diuturnamente na busca de soluções para o conflito do cotidiano, operando diversas ações em conjunto com a GM, a PM e a Policia Civil.
Na verdade, o que precisa ser mantido, é o processo de formação dos profissionais da área, além do investimento em equipamentos e materiais, além de um conjunto de ações que mobilize o cidadão para participar de um processo de cidadania participativa, nenhum governo conseguirá dar conta do recado sem gerar cidadania. O “Projeto Urbaninho’ da CCU é fruto desta constatação.
Trabalhar diariamente, com firmeza e sem alardes, é a solução.
por: Susan karin
Falam de ordem urbana, sem conhecimento de causa. Tratam do tema com o furor intervencionista e se esquecem que não se combate a desordem sem entender o funcionamento do mercado informal. Esquecem-se de que cada cidadão, no uso diário da cidade, contribui para a realimentação do processo através de seu comportamento.
O que não dizem é que foi a Prefeitura do Rio que, em 1992, encontrou na Cidade um mercado persa. Cabe aqui fazer memória. Tenho certeza que muitos aqui se lembram da época em que o calçadão de Copacabana, as ruas internas do bairro, e tantos outros logradouros públicos eram ocupados irregularmente a tal ponto que sequer se via uma pedrinha portuguesa. Foi sim a Prefeitura do Rio que restabeleceu o direito de ir e vir do Cidadão.
Os problemas de hoje são muito menores do que no passado, mas não cabe esmorecer. É claro que muito ainda precisa ser feito, entretanto, as ultimas declarações feitas por alguns políticos demonstram com bastante clareza que devemos ter cuidado com as bravatas.
Ordem urbana é obtida através de um processo multidisciplinar de ações que sem uma parceria com outros órgãos não se alcança. A Coordenação de Controle Urbano - CCU da Prefeitura trabalha diuturnamente na busca de soluções para o conflito do cotidiano, operando diversas ações em conjunto com a GM, a PM e a Policia Civil.
Na verdade, o que precisa ser mantido, é o processo de formação dos profissionais da área, além do investimento em equipamentos e materiais, além de um conjunto de ações que mobilize o cidadão para participar de um processo de cidadania participativa, nenhum governo conseguirá dar conta do recado sem gerar cidadania. O “Projeto Urbaninho’ da CCU é fruto desta constatação.
Trabalhar diariamente, com firmeza e sem alardes, é a solução.
por: Susan karin
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terça-feira, 8 de julho de 2008
25632 - Questão de Ordem!
Muito já falamos sobre o tema desordem urbana. Está bastante claro que a agenda política já está impregnada com as necessidades da população.
Mas, afinal de contas, o que é preciso fazer para atingirmos o momento necessário à manutenção da ordem urbana?
É necessário que o novo gestor da Cidade e a nova Câmara de Vereadores não percam tempo. É preciso que o tema “a normatização do Código de Posturas Municipais” seja imediatamente colocado em pauta.
Somente com a criação de um conjunto de regras claras e objetivas é que poderemos atender as necessidades regionais de cada um dos bairros da cidade. Está situação será capaz de criar a sinergia fundamental ao desenvolvimento da micro-economia regional.
Como já disse antes, urge legislar. Por isso ofereço meu nome para Vereador.
Participei da convenção do DEM e integro a chapa de candidatos sob o número 25632.
Por isto, a partir de hoje, "Susan Karin" irá me substituir na equipe que cuida deste blog.
Em virtude da campanha, criei um site no qual você poderá acompanhar o nosso dia-a-dia. Venha nos visitar.
Mas, afinal de contas, o que é preciso fazer para atingirmos o momento necessário à manutenção da ordem urbana?
É necessário que o novo gestor da Cidade e a nova Câmara de Vereadores não percam tempo. É preciso que o tema “a normatização do Código de Posturas Municipais” seja imediatamente colocado em pauta.
Somente com a criação de um conjunto de regras claras e objetivas é que poderemos atender as necessidades regionais de cada um dos bairros da cidade. Está situação será capaz de criar a sinergia fundamental ao desenvolvimento da micro-economia regional.
Como já disse antes, urge legislar. Por isso ofereço meu nome para Vereador.
Participei da convenção do DEM e integro a chapa de candidatos sob o número 25632.
Por isto, a partir de hoje, "Susan Karin" irá me substituir na equipe que cuida deste blog.
Em virtude da campanha, criei um site no qual você poderá acompanhar o nosso dia-a-dia. Venha nos visitar.
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quinta-feira, 3 de julho de 2008
Nasce URBANINHO

Conscientização. Com este propósito, a Coordenação de Controle Urbano da Prefeitura do Rio (CCU) cria o Urbaninho (foto). Além das ações de fiscalização das posturas municipais e da ordem urbana, o órgão fará um trabalho simultâneo de conscientização. O Urbaninho visitará as escolas, as ruas, as praças e as comunidades.
O boneco faz parte de um programa da Prefeitura – Ordenando a Cidade – que têm como foco principal o cidadão. Conscientizar é fundamental.
Nos últimos tempos, a sociedade vem despertando para a necessidade de garantir a qualidade de vida dos seus habitantes e visitantes. O Urbaninho vai ser utilizado na geração de cidadania através da reflexão do cidadão sobre o seu papel social.
Nesta perspectiva, o programa propõe um conjunto de ações educativas permanentes e interligadas, voltados ao desenvolvimento de hábitos, atitudes e valores. Desta forma, o Urbaninho atua diretamente na mudança de comportamento do cidadão, ajudando a criar uma consciência cidadã.
Por mais complexa que possa ser a construção ou a manutenção da ordem urbana, observa-se que tal situação necessita da participação de todos nós.
O conflito do cotidiano tem a nossa participação. Somos mesmo tempo alvo e atores da ação.
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sábado, 28 de junho de 2008
Ordem... Vida digna!
O trabalho de ordem dá dignidade a vida
A experiência adquirida nos meus 27 anos de exercício na função pública, me permitem fazer tal afirmação. Não basta reprimir, até por que cultura não se reprime. É necessário trabalhar para formar a cultura do uso do logradouro público de forma ordeira.
A existência de diversos componentes estruturais eleva o problema à condição de multifuncional. Desta forma, foi necessário entendê-lo como tal. O trabalho de qualificação dos servidores que atuam diretamente no sistema está de vento em popa.
Mas, o principal, que no nosso caso é o cidadão, precisa ainda compreender a questão e participar ativamente da solução - já que boa parte das causas estão nos hábitos e costumes do cariocas. É possível usar o logradouro público para a diversão e outras atividades com responsabilidade.
O resultado do trabalho da Ouvidoria da CLF (Coordenadoria de Licenciamento e Fiscalização da Prefeitura do Rio) aponta para a disseminação da idéia da ordem. Numa rápida olhada, percebe-se que o mapa de demanda pontua por todos os bairros da cidade. Mais do que atingir a cidade como um todo, aumenta exponencialmente.
Ou seja, já existe uma semente plantada. É necessário agora que haja continuidade de todas as políticas públicas já existentes, além da natural aplicação de novas idéias e estudos que agreguem valor. Urge legislar.
Só assim poderemos, a médio prazo, ver nossa cidade menos combalida por mazelas que, se não são criadas por nós diretamente, têm a nossa participação na retro-alimentação do processo. É necessário que o desenvolvimento da cidadania, fundada em uma legislação moderna, seja levado a todos sem distinção.
A experiência adquirida nos meus 27 anos de exercício na função pública, me permitem fazer tal afirmação. Não basta reprimir, até por que cultura não se reprime. É necessário trabalhar para formar a cultura do uso do logradouro público de forma ordeira.
A existência de diversos componentes estruturais eleva o problema à condição de multifuncional. Desta forma, foi necessário entendê-lo como tal. O trabalho de qualificação dos servidores que atuam diretamente no sistema está de vento em popa.
Mas, o principal, que no nosso caso é o cidadão, precisa ainda compreender a questão e participar ativamente da solução - já que boa parte das causas estão nos hábitos e costumes do cariocas. É possível usar o logradouro público para a diversão e outras atividades com responsabilidade.
O resultado do trabalho da Ouvidoria da CLF (Coordenadoria de Licenciamento e Fiscalização da Prefeitura do Rio) aponta para a disseminação da idéia da ordem. Numa rápida olhada, percebe-se que o mapa de demanda pontua por todos os bairros da cidade. Mais do que atingir a cidade como um todo, aumenta exponencialmente.
Ou seja, já existe uma semente plantada. É necessário agora que haja continuidade de todas as políticas públicas já existentes, além da natural aplicação de novas idéias e estudos que agreguem valor. Urge legislar.
Só assim poderemos, a médio prazo, ver nossa cidade menos combalida por mazelas que, se não são criadas por nós diretamente, têm a nossa participação na retro-alimentação do processo. É necessário que o desenvolvimento da cidadania, fundada em uma legislação moderna, seja levado a todos sem distinção.
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
Respeitar, para que haja liberdade!
O trabalho dos Agentes de Controle Urbano
é fundamental para o Rio.
Toda sociedade necessita respeitar um conjunto de regras comportamentais para que haja liberdade. Respeito ao próximo, respeito as diferenças, respeito as regras sociais (não jogar lixo na rua, não beber e dirigir, etc...), respeito ao Patrimônio Público, dentre tantos outros, são capazes de, em conjunto, produzir um ambiente inibidor da violência.
Ações como as que acontecem diariamente são frutos de uma política pública. Ou seja, vários passos são necessários para que haja a solução definitiva do problema.
A Prefeitura do Rio, ao realizar o concurso público para a categoria de agentes de inspeção de Controle Urbano, sinalizou para a sociedade a importância do tema e sua permanência em tempo integral na agenda de ações.
Compete agora aos novos servidores públicos não apenas cumprirem seu papel enquanto servidores, mas, a decidida dinâmica e colaborativa integração com a sociedade, participando assim do processo de transformação do cidadão com ações fundamentais para obtenção dos objetivos. A categoria precisa saber que a Prefeitura do Rio está atenta e apta para reconhecer e resolver as necessidades.
O trabalho dos Agentes de Inspeção de Controle Urbano é fundamental para a Cidade. Eles são os elementos indutivos de comportamento e conseqüentemente geradores da ordem.
Somente com cidadania, respeito e liberdade é que poderemos ter uma cidade ordenada.
A integração dos órgãos com poder de Estado (Policiais, Guardas, Agentes de Controle Urbano), é o caminho para a formação de cidadania e, assim, quebrar o paradigma do ilegal X legal.
é fundamental para o Rio.
Toda sociedade necessita respeitar um conjunto de regras comportamentais para que haja liberdade. Respeito ao próximo, respeito as diferenças, respeito as regras sociais (não jogar lixo na rua, não beber e dirigir, etc...), respeito ao Patrimônio Público, dentre tantos outros, são capazes de, em conjunto, produzir um ambiente inibidor da violência.
Ações como as que acontecem diariamente são frutos de uma política pública. Ou seja, vários passos são necessários para que haja a solução definitiva do problema.
A Prefeitura do Rio, ao realizar o concurso público para a categoria de agentes de inspeção de Controle Urbano, sinalizou para a sociedade a importância do tema e sua permanência em tempo integral na agenda de ações.
Compete agora aos novos servidores públicos não apenas cumprirem seu papel enquanto servidores, mas, a decidida dinâmica e colaborativa integração com a sociedade, participando assim do processo de transformação do cidadão com ações fundamentais para obtenção dos objetivos. A categoria precisa saber que a Prefeitura do Rio está atenta e apta para reconhecer e resolver as necessidades.
O trabalho dos Agentes de Inspeção de Controle Urbano é fundamental para a Cidade. Eles são os elementos indutivos de comportamento e conseqüentemente geradores da ordem.
Somente com cidadania, respeito e liberdade é que poderemos ter uma cidade ordenada.
A integração dos órgãos com poder de Estado (Policiais, Guardas, Agentes de Controle Urbano), é o caminho para a formação de cidadania e, assim, quebrar o paradigma do ilegal X legal.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Paquetá é Carioquinha... E precisa de ordem!
A hora da verdade em Paquetá
No lançamento anual do Projeto Carioquinha, a Prefeitura do Rio estendeu os benefícios e incluiu a Ilha de Paquetá. Com isso, todo carioca poderá desfrutar de preços diferenciados nos transportes até o local.
A inclusão de Paquetá no Projeto reduz o preço da viagem de barca até a Ilha em R$6 (de R$17 para R$11, no bilhete duplo) e tem como objetivo incrementar o turismo na Ilha. O trabalho de ordenamento, realizado pela CCU e pela GM-Comunitária, vai passar por um bom teste.
A sinergia entre o Pólo Turístico de Paquetá, os Charreteiros, os eco-taxistas e os ambulantes poderá fazer o diferencial. É fundamental que a Ilha esteja ordenada para receber seus visitantes. Afinal, cabe aqui lembrar que um ambiente organizado é inibidor de violência.
Se cada um estiver realmente disposto a participar, com certeza teremos um ótimo resultado final. Todos já estão cientes que de nada adianta a aglomeração na saída das barcas. O que o visitante quer é poder caminhar e colher da calma e tranqüilidade que a Ilha representa. Todos devem estar prontos a entender que o diferencial é o atendimento individual e não a gritaria em busca de serviço.
É chegada a hora da verdade. O conjunto de comportamentos, discutido e aprovado por todos, tem que ser posto em prática. Os participantes devem manter o foco no conjunto. A Administração Regional, a Guarda Municipal e a Coordenação de Controle Urbano estão prontas para acompanhar o desenvolvimento das atividades autorizadas.
No lançamento anual do Projeto Carioquinha, a Prefeitura do Rio estendeu os benefícios e incluiu a Ilha de Paquetá. Com isso, todo carioca poderá desfrutar de preços diferenciados nos transportes até o local.
A inclusão de Paquetá no Projeto reduz o preço da viagem de barca até a Ilha em R$6 (de R$17 para R$11, no bilhete duplo) e tem como objetivo incrementar o turismo na Ilha. O trabalho de ordenamento, realizado pela CCU e pela GM-Comunitária, vai passar por um bom teste.
A sinergia entre o Pólo Turístico de Paquetá, os Charreteiros, os eco-taxistas e os ambulantes poderá fazer o diferencial. É fundamental que a Ilha esteja ordenada para receber seus visitantes. Afinal, cabe aqui lembrar que um ambiente organizado é inibidor de violência.
Se cada um estiver realmente disposto a participar, com certeza teremos um ótimo resultado final. Todos já estão cientes que de nada adianta a aglomeração na saída das barcas. O que o visitante quer é poder caminhar e colher da calma e tranqüilidade que a Ilha representa. Todos devem estar prontos a entender que o diferencial é o atendimento individual e não a gritaria em busca de serviço.
É chegada a hora da verdade. O conjunto de comportamentos, discutido e aprovado por todos, tem que ser posto em prática. Os participantes devem manter o foco no conjunto. A Administração Regional, a Guarda Municipal e a Coordenação de Controle Urbano estão prontas para acompanhar o desenvolvimento das atividades autorizadas.
Imagens da Ilhá
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terça-feira, 27 de maio de 2008
Parabéns, GTM!
Aniversário do Grupamento Tático Móvel
O GTM (Grupamento Tático Móvel), braço operacional da GM-Rio (Guarda Municipal do Rio de Janeiro), completou nesta terça-feira, dia 27, 14 anos de existência.
Enquanto ouvia o hino da GM-Rio, minha mente fez um "flashback". Revivi momentos importantes da cidade do Rio de Janeiro. Lembrei de inúmeras ações desenvolvidas em prol da ordem.
Desde a época em que ainda era denominado GTO, o grupamento exerceu muitas de suas tarefas em parceira com a Coordenação de Controle Urbano (CCU) que, aliás, em 1993, chamava-se Núcleo de Controle Urbano.
De lá pra cá, GTM e CCU especializaram-se, equiparam-se, cresceram juntos. Muito ainda há que ser feito. Poderia aqui listar todas as nossas necessidades. Do incremento salarial a necessidade de material.
Porém, hoje é dia de comemorar. Apesar de todas as dificuldades, o GTM pode se orgulhar do exercício de suas tarefas no ordenamento da cidade. Dá gosto de ver gente tão dedicada a uma tarefa que é fundamental para o desenvolvimento do Rio.
A homenagem prestada ao Agente de Controle Urbano, Ferreira, ex-integrante daquele grupamento, trouxe, além do orgulho, a certeza de que com muito trabalho, respeito e liberdade podemos fazer uma cidade melhor.
Muito Obrigado!
Lucio Costa
O GTM (Grupamento Tático Móvel), braço operacional da GM-Rio (Guarda Municipal do Rio de Janeiro), completou nesta terça-feira, dia 27, 14 anos de existência.
Enquanto ouvia o hino da GM-Rio, minha mente fez um "flashback". Revivi momentos importantes da cidade do Rio de Janeiro. Lembrei de inúmeras ações desenvolvidas em prol da ordem.
Desde a época em que ainda era denominado GTO, o grupamento exerceu muitas de suas tarefas em parceira com a Coordenação de Controle Urbano (CCU) que, aliás, em 1993, chamava-se Núcleo de Controle Urbano.
De lá pra cá, GTM e CCU especializaram-se, equiparam-se, cresceram juntos. Muito ainda há que ser feito. Poderia aqui listar todas as nossas necessidades. Do incremento salarial a necessidade de material.
Porém, hoje é dia de comemorar. Apesar de todas as dificuldades, o GTM pode se orgulhar do exercício de suas tarefas no ordenamento da cidade. Dá gosto de ver gente tão dedicada a uma tarefa que é fundamental para o desenvolvimento do Rio.
A homenagem prestada ao Agente de Controle Urbano, Ferreira, ex-integrante daquele grupamento, trouxe, além do orgulho, a certeza de que com muito trabalho, respeito e liberdade podemos fazer uma cidade melhor.
Muito Obrigado!
Lucio Costa
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Salve, Jorge!
Quermesse de Jorge!
A festa da Igreja de São Jorge na rua da Alfândega é uma festa da cultura carioca!
Hoje, fomos acompanhar o trabalho do Controle Urbano na festa de São Jorge. Trabalho conjunto da Subprefeitura do Centro Histórico, da Guarda Municipal, da Coordenação de Controle Urbano, da Policia Militar, da Igreja, enfim... de TODOS.
O ordenamento da área, possibilitou uma melhor organização dos devotos que acorreram a quermesse. Apesar das filas, quem queria transitar, pode fazê-lo sem maiores problemas.
A padronização das barracas e sua relocação, provocaram a criação de um canal de passagem por onde as pessoas andavam livremente e se encontravam. Os devotos aproveitavam para, além de mostrar seu fervor, mostrar sua alegria.
Ficou evidente a melhora de qualidade na ocupação! Quem queria consumir usava os serviços das barracas, quem não queria, andava livremente observando a festa.
É disto que nós falamos. Se todos direcionarem suas forças para transformar os processos aos invés de simplesmente combatê-los, vamos conseguir ordenar.
Ah! As imagens são de pessoas que, ao me verem trabalhando, pediram para serem fotografadas. Estas três senhoras esbanjavam alegria e disseram que iriam mostrar aos netinhos.
Por falar em encontrar pessoas, avistei o cidadão da foto. Grande profissional. Um cameraman dos bons. O cara acompanha o trabalho contra a desordem desde a época do antigo "rapa". Nos conhecemos trabalhando, eu ordenando e ele filmando.
A turma ai de baixo elogiou a organização e o trabalho da Prefeitura, mas teceu criticas a outras áreas de atuação.
Vídeo com imagens da festa (menos de 2 min)
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Filho de Jair...
Sou filho de um homem que começou a vida trabalhando muito cedo como produtor rural. A origem dele está nos bananais da região de Guaratiba, aonde meus avós também trabalhavam. Além disso, trabalhamos nas feiras da Zona Oeste, devidamente licenciados como produtores rurais.
Jair Costa sempre foi um contestador. Em meados da década de 70, já eleito Deputado Estadual, e num período de forte recessão, onde pairava o desemprego, Jair fez uma lei que permitia a transferência de alunos das escolas particulares para as escolas públicas. Falando no popular, foi um "fuzuê" danado. Na época, eu estava com 14 ou 15 anos e fui ameaçado de sequestro pelos barões do ensino que comandavam a Zona Oeste.
Jair Costa sempre foi um contestador. Em meados da década de 70, já eleito Deputado Estadual, e num período de forte recessão, onde pairava o desemprego, Jair fez uma lei que permitia a transferência de alunos das escolas particulares para as escolas públicas. Falando no popular, foi um "fuzuê" danado. Na época, eu estava com 14 ou 15 anos e fui ameaçado de sequestro pelos barões do ensino que comandavam a Zona Oeste.
Fui forjado na luta pela Democracia! Pelo menos favorecido! Pela Ordem Urbana.
Sou servidor público municipal há 27 anos. 17 deles chefiando serviços, diretorias e, por último, a Coordenação de Controle Urbano. Durante todo este período, quem me conhece sabe muito bem o que defendo!
As elites precisam entender que o que é preciso combater não é atividade econômica. Feiras e camelôs, por exemplo, só permanecem ocupando desordenadamente as ruas por que a própria população compra seus produtos.
Não precisa ser PHD em Economia para saber que oferta sem demanda não gera atividade comercial. Logo, a permanência deles na rua atende a uma demanda da própria população. Diante disto fica bastante claro que de nada adianta somente reprimir.
Desde a formação da cidade do Rio de Janeiro que não se faz outra coisa a não ser reprimir. Porém, é necessário criar alternativas.
Sou servidor público municipal há 27 anos. 17 deles chefiando serviços, diretorias e, por último, a Coordenação de Controle Urbano. Durante todo este período, quem me conhece sabe muito bem o que defendo!
As elites precisam entender que o que é preciso combater não é atividade econômica. Feiras e camelôs, por exemplo, só permanecem ocupando desordenadamente as ruas por que a própria população compra seus produtos.
Não precisa ser PHD em Economia para saber que oferta sem demanda não gera atividade comercial. Logo, a permanência deles na rua atende a uma demanda da própria população. Diante disto fica bastante claro que de nada adianta somente reprimir.
Desde a formação da cidade do Rio de Janeiro que não se faz outra coisa a não ser reprimir. Porém, é necessário criar alternativas.
É necessário ordenar!
Trabalhei e trabalho todos estes anos, dizendo a todos os que me ouvem, que a ocupação do logradouro público tem que ser feita de forma a não incomodar a quem alimenta seu negócio. Que é necessário respeito ao direito de todos e, mais do que isto, é necessário recuperar a cidadania - ao qual já me referi em artigo passado.
Trabalhei e trabalho todos estes anos, dizendo a todos os que me ouvem, que a ocupação do logradouro público tem que ser feita de forma a não incomodar a quem alimenta seu negócio. Que é necessário respeito ao direito de todos e, mais do que isto, é necessário recuperar a cidadania - ao qual já me referi em artigo passado.
Do exercício de minhas tarefas contra a desordem, trago marcas no corpo oriundas do combate cotidiano e direto contra a desordem. Na década de 90, vários carros em que me encontrava foram incendiados por baderneiros. Fomos recebidos à bala diversas vezes e em vários bairros da cidade. Porém, nunca nos rendemos.
Como servidor, me orgulho de ter trabalhado durante tantos anos no desenvolvimento de uma política pública de ordem urbana com um grupo de servidores do qual faz parte Susan Karin, minha esposa. Durante todos estes anos formamos e preparamos uma estrutura pública, uma ferramenta de Estado, do cidadão.
Nunca defendi e nem defenderei a desordem. Nas ruas deixo bastante claro que as pessoas precisam retomar sua cidadania. Defendo a família e suas estruturas como base para a formação de um cidadão mais consciente de suas responsabilidades e obrigações.
Defendo liberdade com responsabilidade.
Como servidor, me orgulho de ter trabalhado durante tantos anos no desenvolvimento de uma política pública de ordem urbana com um grupo de servidores do qual faz parte Susan Karin, minha esposa. Durante todos estes anos formamos e preparamos uma estrutura pública, uma ferramenta de Estado, do cidadão.
Nunca defendi e nem defenderei a desordem. Nas ruas deixo bastante claro que as pessoas precisam retomar sua cidadania. Defendo a família e suas estruturas como base para a formação de um cidadão mais consciente de suas responsabilidades e obrigações.
Defendo liberdade com responsabilidade.
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Desordem Urbana
A Globo e seus patrocinadores.
No último dia 11, a TV Globo estampou em seus jornais regionais (veja vídeo logo abaixo), a imagem da desordem. Buscava com isto imprimir uma mensagem negativa a respeito do tema.
As imagens mostravam diversos ambulantes comercializando seus produtos. Grifamos porque tal ação necessita de pelo menos dois agentes. Aquele que vende e aquele que compra. Quem vende, só se estabelece, mesmo que temporariamente e informalmente, quando consegue colocar seus produtos no mercado. Assim sendo, não podemos deixar de considerar que exista um mercado consumidor que é atendido diretamente pela informalidade.
Blocos, na sua maioria exigem combustível para alegria, e esta vem na forma de cerveja. Durante o carnaval, em diversos bairros da cidade, o que se via era uma profusão de “boas e redondas”; difícil era achar um folião que não estivesse com uma latinha nas mãos.
Cabe aqui lembrar que, a mídia nacional, tem forte apelo comercial e influi diretamente nas vendas dos produtos anunciados. Mais do que isso, boa parte de suas rendas vem da publicidade das cervejarias.
--
Ouça também, o mesmo assunto, discutido na Rádio Globo com Loureiro Neto, Dicró e Lucio Costa.
.
No último dia 11, a TV Globo estampou em seus jornais regionais (veja vídeo logo abaixo), a imagem da desordem. Buscava com isto imprimir uma mensagem negativa a respeito do tema.
As imagens mostravam diversos ambulantes comercializando seus produtos. Grifamos porque tal ação necessita de pelo menos dois agentes. Aquele que vende e aquele que compra. Quem vende, só se estabelece, mesmo que temporariamente e informalmente, quando consegue colocar seus produtos no mercado. Assim sendo, não podemos deixar de considerar que exista um mercado consumidor que é atendido diretamente pela informalidade.
Blocos, na sua maioria exigem combustível para alegria, e esta vem na forma de cerveja. Durante o carnaval, em diversos bairros da cidade, o que se via era uma profusão de “boas e redondas”; difícil era achar um folião que não estivesse com uma latinha nas mãos.
Cabe aqui lembrar que, a mídia nacional, tem forte apelo comercial e influi diretamente nas vendas dos produtos anunciados. Mais do que isso, boa parte de suas rendas vem da publicidade das cervejarias.
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Ouça também, o mesmo assunto, discutido na Rádio Globo com Loureiro Neto, Dicró e Lucio Costa.
Rádio Globo - Loureiro Neto
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